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Bracara Pipe
Catálogo

Doze fichas de água, do santuário romano ao reservatório atual

Cada ficha segue o mesmo formato: o que é, quando foi feito, o que resta hoje e onde se vê. Onde um nome, uma data ou uma autoria não estão confirmados com confiança suficiente para este arquivo, está assinalado no texto em vez de apresentado como certo.

Fonte do Ídolo

Romano

Santuário rupestre escavado na rocha, com bacia de recolha de água, dedicado a uma divindade indígena de cura ligada às águas. O testemunho mais completo do sistema hidráulico romano de Braga.

Quando
Século I d.C. [[VERIFICAR: datação exata]]
Resta hoje
O santuário praticamente completo, com núcleo museológico próprio.
Onde se vê
Rua do Raio, Braga.

Termas Romanas do Alto da Cividade

Romano

Complexo termal público de Bracara Augusta, associado ao teatro romano da cidade, com sistema próprio de abastecimento e evacuação de água.

Quando
Séculos I–II d.C. [[VERIFICAR: datação das fases construtivas]]
Resta hoje
Estruturas escavadas e musealizadas, junto ao Museu D. Diogo de Sousa.
Onde se vê
Alto da Cividade, Braga.

Aqueduto romano — troço identificado

Romano

Fragmentos de canalização e valas de água identificados em escavações de arqueologia urbana no perímetro do centro histórico.

Quando
Séculos I–II d.C. [[VERIFICAR: datação precisa]]
Resta hoje
[[VERIFICAR: estado de conservação e acesso público a algum troço]]
Onde se vê
[[VERIFICAR: local exato, se visitável]]

Cisterna do castelo

Medieval

Estrutura de armazenamento de água associada ao castelo medieval de Braga, do qual restam hoje poucos vestígios visíveis na cidade.

Quando
[[VERIFICAR: século aproximado de construção]]
Resta hoje
[[VERIFICAR: vestígios identificados e acesso]]
Onde se vê
Zona da antiga cerca medieval de Braga. [[VERIFICAR: local exato]]

Chafariz dos Congregados

Medieval–XVIII

Fonte urbana associada ao crescimento da cidade eclesiástica, num dos largos centrais de Braga, entre a Idade Média e o período barroco.

Quando
[[VERIFICAR: século de construção e reconstruções]]
Resta hoje
[[VERIFICAR: se mantém função original ou é decorativo]]
Onde se vê
Zona dos Congregados, centro histórico de Braga.

Chafariz de Santa Cruz

Século XVIII

Fonte barroca erguida durante a grande renovação urbana de Braga sob o impulso dos arcebispos setecentistas, junto à igreja de Santa Cruz.

Quando
Século XVIII [[VERIFICAR: ano e autoria]]
Resta hoje
[[VERIFICAR: se está no local original]]
Onde se vê
Junto à Igreja de Santa Cruz, Braga.

Chafariz do Toural

Século XVIII

Fonte que serviu um dos largos mais centrais e mais antigos de Braga, ponto de encontro e de abastecimento doméstico até à rede canalizada.

Quando
[[VERIFICAR: século e reconstruções]]
Resta hoje
[[VERIFICAR: se a fonte atual é a original]]
Onde se vê
Praça do Toural, Braga.

Chafariz de São Marcos

Século XVIII

Fonte associada à zona da igreja de São Marcos, integrada na rede de chafarizes que a cidade ganhou durante o período barroco. [[VERIFICAR: existência, nome exato e localização atual]]

Quando
[[VERIFICAR]]
Resta hoje
[[VERIFICAR]]
Onde se vê
[[VERIFICAR]]

Chafariz do Campo das Hortas

Século XVIII

Fonte de bairro, do tipo que servia diretamente a vida doméstica de uma zona da cidade, fora dos grandes largos cerimoniais. [[VERIFICAR: existência, nome exato, data e localização atual]]

Quando
[[VERIFICAR]]
Resta hoje
[[VERIFICAR]]
Onde se vê
[[VERIFICAR]]

Chafariz do Largo do Paço

Século XVIII

Fonte associada à zona do antigo paço arquiepiscopal, um dos centros de poder da Braga eclesiástica. [[VERIFICAR: existência, nome exato, data e estado atual]]

Quando
[[VERIFICAR]]
Resta hoje
[[VERIFICAR]]
Onde se vê
[[VERIFICAR]]

Fontes dos Cinco Sentidos — Bom Jesus

A partir de 1722

Sequência de fontes e repuxos alegóricos ao longo da escadaria monumental do Bom Jesus do Monte, alimentados por água captada no próprio monte. Ver a página dedicada.

Quando
A partir de 1722 [[VERIFICAR: datas exatas de cada troço]]
Resta hoje
Mantém-se; Património Mundial da UNESCO desde 2019.
Onde se vê
Santuário do Bom Jesus do Monte, Tenões, Braga.

Reservatório e rede atual

Atualidade

A rede pública de abastecimento que serve hoje a cidade — invisível, enterrada, gerida por entidades municipais e intermunicipais. É esta rede que tornou as antigas fontes monumentos em vez de infraestrutura.

Quando
Séculos XX–XXI [[VERIFICAR: datas de construção da rede atual]]
Resta hoje
Ativa, mas sem relação física direta com o traçado histórico.
Onde se vê
Não se vê — é essa a diferença. [[VERIFICAR: entidade gestora atual]]